Vem aí a festa mais esperada do ano!!!

Vem aí a festa mais esperada do ano!!!

Se a primeira foi boa, imagine o que vem por ai na 10ª edição!

Para celebrar uma temporada histórica que ficará na memória de todos, acontece no dia 28 de Setembro, no Clube COROAS COUNTRY CLUB

da cidade de Itapetinga-Ba, a festa “DO ANO”

 

A festa contará com muitas inovações neste ano serão muitas as supressas conforme os organizadores do evento. A animação ficará por conta da orquestra KART LOVE, BANDA LEVA e GILVAN DA PARAIBA

Desde a primeira edição, a festa tem tido sucesso de público.

O evento já faz parte do calendário festivo e têm como ideal reunir os amigos de ontem e de hoje.

 

Participem e aproveite cada momento pois serão únicos

 

Itapetinga: COMAD Entrega Plano Municipal Anti Drogas

Itapetinga: COMAD Entrega Plano Municipal Anti Drogas

O COMAD – Conselho Municipal Anti Drogas, realizou no auditório do Rotary Clube, uma audiência pública, para apresentação e aprovação da comunidade do Plano Municipal Anti Drogas. Após aprovação do referido plano, a diretoria do conselho esteve na manhã da última quinta-feira, (14.08), em reunião com o Prefeito José Carlos Moura, onde conversou assuntos de interesse do COMAD e entregou o Plano Municipal ao Prefeito, uma vez que o mesmo deve ser encaminhado pelo Executivo ao Legislativo, “Entregamos ao Prefeito José Carlos Moura, o Plano Municipal Anti Drogas, para que o mesmo seja encaminhado a Câmara de Vereadores, para aprovação, e assim em relação às condições que estamos vivendo hoje, a gente possa executar as nossas metas que visam combater o uso de drogas, especialmente com foco na faixa etária entre 12 a 19 anos que é nosso público alvo. Hoje o Município tem quatro cadeiras no conselho, com membros do CAPS AD, Sec. de Desenvolvimento Social, Guarda Municipal e Sec. de Educação, a participação da prefeitura tem sido muito importante, com apoio total na realização dos nossos eventos e ações que visam estimular o não uso de drogas. Existe um custo que tem sido bancado pela Prefeitura, grande parceira e nós agradecemos esse apoio”, destacou Joilson Oliveira, Presidente do COMAD.

A Sec. de Desenvolvimento Social, Verônica Rodrigues, destacou que com a aprovação do plano, será possível a viabilização de verbas para as ações, “A importância do COMAD para Itapetinga é muito grande, dos quatrocentos e dezessete municípios do estado, são poucos que contam com a formação de um conselho com este. Hoje estamos assinando este plano que foi elaborado com o apoio da comunidade, isso é uma política pública, e dessa forma damos legalidade ao conselho que poderá inclusive captar recursos para esta luta séria, que um problema de todas as comunidades que é justamente o uso de drogas, um problema mundial. Em nosso município temos a preocupação de fazermos o trabalho de combate ao uso das drogas que tem começado numa faixa etária que envolve crianças. Sabemos que existem recursos para o enfretamento contra o crack e outras drogas, e com a aprovação da Câmara de Vereadores, será possível essa captação de recursos”.

 

 

Matéria Original: Sudoeste 24h

Em entrevista, Paulo Souto diz que existe “uma rejeição clara e expressa ao governo do PT”

Em entrevista, Paulo Souto diz que existe “uma rejeição clara e expressa ao governo do PT”

“Se tivesse sido mantido nossos índices, teriam sido poupadas 20 mil vidas na Bahia”, afirmou ainda

O candidato do DEM ao governo do estado, Paulo Souto, foi entrevistado nesta terça-feira (19) no BA TV e atacou os oito anos de gestão petista, afirmando que os baianos pedem por uma mudança. “Existe um certo sentimento de exaustão com o governo petista que está aí há oito anos e não consegue resolver problemas básicos”, criticou. Nesta quarta, o telejornal exibe entrevista com o candidato Rogério da Luz, do PRTB.

Souto, que já foi governador da Bahia, foi questionado de porque voltou a concorrer este ano, já que foi derrotado em 2006 e 2010 ainda no primeiro turno. “Sobretudo, o acolhimento que nós temos tido de uma parte majoritária da população baiana, que tem nos demonstrado de uma forma muito clara que deseja um caminho diferente para a Bahia”, afirma.

Souto também foi questionado sobre a importância do apoio de prefeitos – apenas 60 de 417 anunciaram apoio ao candidato do DEM até o momento. “O fundamental é a aliança que a oposição fez na Bahia. Unimos os 3 maiores partidos da oposição na Bahia, DEM, PSDB e PMDB, e mais 12 partidos. Esse apoio político é fundamental”, acredita. “Temos apoio de prefeitos, muitos aguardam um momento mais propício para declarar seu apoio”, explica.

“O que há é um sentimento da população de que quer realmente uma transformação na Bahia, não apenas pelas pesquisas que têm sido publicadas, mas sobretudo por este sentimento que temos recebido na população (…) (Tem) uma rejeição clara e expressa ao governo do PT”, acrescentou Souto. Ele atacou ainda mais o governo do PT. “Foram 8 anos, ninguém na história recente política da Bahia teve oportunidade de governar 8 anos seguidos”.

Os apresentadores questionaram Souto sobre as críticas que ele recebeu de, enquanto governador, não ter investido o suficiente em serviços públicos como a saúde. Ele negou essa informação. “Veja que a propaganda do PT, a desacertada propaganda do PT, consegue até que pessoas que são bem informadas possam eventualmente acreditar nisso. Não é verdade”. Entre os hospitais construídos, ele citou o Hospital do Oeste, a Maternidade José Maria de Magalhães Neto, em Salvador, o Instituto do Coração e unidades em Ribeira do Pombal e Alagoinhas. “Deixamos em construção 2 hospitais que foram finalizados em Irecê e Juazeiro”.

Para Souto, o problema maior não é nem a quantidade de hospitais, e sim a ineficiência da “famigerada”, como chamou, central de regulação. “Há um protesto generalizado das pessoas que dizem que é forma do governo escolher quem deve ser salvo e quem não deve ser salvo”. “Vamos recompor a organização dos nossos hospitais também”.

Em sua última fala, ele sinalizou a ineficiência da segurança na Bahia. “Se tivesse sido mantido nossos índices, de quando deixei o governo, teriam sido poupadas 20 mil vidas na Bahia. O governo atual não foi eficiente do ponto de vista da segurança pública para os baianos”.

 

 

Matéria Original: Correio 24h

 

 

Ministro da Educação fala de revisão do ensino médio no Brasil

Ministro da Educação fala de revisão do ensino médio no Brasil

Paim participou do Fórum Estadão Brasil Competitivo, especial sobre educação e mercado de trabalho

A dificuldade para melhorar os índices de desempenho educacional no ensino médio não é exclusividade de São Paulo. O diagnóstico se repete em todo País e especialistas apontam problemas similares em outros países. O ministro da Educação, Henrique Paim, voltou a falar nesta segunda-feira (18) sobre a necessidade de revisão da etapa. “Não podemos conviver com essa realidade de que apenas 8% dos estudantes do ensino médio estão fazendo educação profissional”, declarou o ministro, que comentou que a penetração do ensino profissional é muito superior em outros países do mundo.

Paim participou do Fórum Estadão Brasil Competitivo, especial sobre educação e mercado de trabalho. O ministro ainda falou sobre a construção de uma base curricular comum no País. “O ministério tem condição de conduzir esse processo para que se possa definir claramente o que é que os nossos estudantes precisam aprender”, disse.

Como o jornal O Estado de S. Paulo adiantou, o MEC iniciou em julho os debates para a construção da base. “É importante conseguirmos definir essa questão, respeitando a diversidade de cada sistema e cada escola.”

Censo
Além da atenção na qualidade, o País ainda tem problemas de acesso nesta etapa. O Censo da Educação Básica, divulgado em fevereiro, mostrou queda no número de alunos matriculados no País no ensino médio, ao mesmo tempo em que há cerca de 1,5milhão de jovens que deveriam estar nesta etapa e estão fora da escola.

No último Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), de 2011, o ensino médio da rede pública do País ficou estagnado em 3,4 – a meta é chegar a 5,2 em 2021.

 

 

Matéria Original: Correio 24h

 

Tite pede “luz para seguir” a carreira após não da Seleção: “Eu acreditei”

Tite pede “luz para seguir” a carreira após não da Seleção: “Eu acreditei”

Treinador participou de um evento em Porto Alegre nesta terça-feira

Desde a manhã em que Dunga anunciou a sua primeira lista de convocados, 22 dias após ser confirmado como técnico da seleção brasileira, Tite ainda atenta superar o fato de ter sido preterido pela CBF para ocupar o cargo. Em um evento sobre futebol em Porto Alegre, o treinador admitiu que sentiu “frustração e chateação” por não ter assumido a Seleção, já que era um dos nomes mais cotados para substituir Luiz Felipe Scolari (assista à entrevista com o treinador).

Tite também falou sobre a concorrência no meio e destacou o “último momento” para os técnicos, que é a seleção brasileira. Agora, ele pede uma “luz” para seguir a sua carreira.

- Ninguém é melhor que ninguém. Na verdade, nós concorremos. Eu, o Abel, que é meu amigo, o Dunga, o Muricy…Nós concorremos. De forma leal, mas concorremos. E a gente busca não o que é melhor, mas este último momento. E eu acreditei neste momento. Claro que eu fiquei com um misto de frustração, de chateação, de dar risada. Então eu disse: “Vamos embora!” O sentido maior era a minha qualificação. E isso eu estou fazendo. Qual o rumo? Não sei. Tomara que eu encontre uma luz legal para seguir o meu trabalho – disse.

O CEOs do Futebol: Futuros Líderes do Futebol Brasileiro, evento do qual Tite participou em Porto Alegre, também contou com a presença de nomes como Francisco Novelletto (presidente da Federação Gaúcha de Futebol), Luiz Carlos Silveira Martins (ex-presidente do Grêmio) e Vitório Píffero (ex-presidente do Inter).

Tite segue o seu período de estudos pelo mundo. Na última terça-feira, o treinador esteve em Buenos Aires para visitar o Boca Juniors, clube que derrotou na final da Libertadores de 2012 com o Corinthians. Ele almoçou com o técnico da equipe argentina, Carlos Bianchi.

Acompanhado de seu auxiliar Cléber Xavier, Tite ainda visitou a Bombonera e o museu do Boca, com direito até a uma foto ao lado da taça da Libertadores. Após a visita ao Boca, ele seguiu em Buenos Aires para acompanhar a final da Libertadores, entre San Lorenzo e Nacional (PAR), que empataram por 1 a 1 o primeiro jogo, na semana passada – os argentinos acabaram campeões com o triunfo por 1 a 0.

 

Matéria Original: G1.com

 

RN: Criança é morta a tiros no lugar do pai

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte acredita que o garoto de 11 anos assassinado na madrugada deste domingo (17) em Mossoró, na região Oeste potiguar, foi morto por engano. É a linha de investigação que segue o titular da Delegacia Especializada de Homicídios, delegado Clayton Pinho, responsável pelo inquérito do crime. Luiz Juan Pereira da Costa morreu ao ser baleado na cabeça enquanto dormia no quarto de sua mãe no bairro Belo Horizonte.

 

O delegado explica que a criança estava coberta por um lençol no momento em que foi assassinada. “Apesar dos 11 anos, o garoto era grande. Acreditamos que a criança foi confundida com o pai. O tiro também foi efetuado de uma certa distância e a casa estava escura”, afirma Clayton Pinho. O pai do garoto não tem antecedentes criminais, segundo o titular da Delegacia de Homicídios.

 

A mãe do garoto relatou à polícia que estava dormindo com Luiz Juan quando ouviu um chamado do lado de fora. No momento em que abriu a porta da frente pensando ser o marido que havia chegado, os três suspeitos entraram.

Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ainda esteve no local após Luiz Juan ser baleado, mas a criança já estava morta. A motivação do crime ainda é desconhecida.

 

Os responsáveis pelo crime foram três homens que invadiram a casa na madrugada. Além do tiro que matou a criança, os suspeitos também atiraram em outros locais do imóvel.

 

Matéria Original: Itambeagora

Medicamentos em falta dificultam assistência médica no Sul da Bahia

Medicamentos em falta dificultam assistência médica no Sul da Bahia

Pacientes, profissionais da área médica, dirigentes de postos de saúde e prefeituras do interior da Bahia são afetados pela crise

Mal passa das 8h de uma quinta-feira, 5 de agosto, e a farmacêutica Dailane Santos Couto já ouve a primeira queixa do dia na Unidade de Saúde da Família Humberto Prazeres, a maior de Muniz Ferreira, cidade do Baixo Sul com quase 8 mil habitantes.  Ao ouvir a conversa entre a equipe do CORREIO e a cordenadora da central de medicamentos do posto, a dona de casa Noélia Maria da Conceição, 50 anos, se exalta.

Com uma receita nas mãos, berra: “Tem nada, nunca tem nada aí. Não tem meu remédio de pressão. Procura um antibiótico aí, procura”. Depois de conversar com a paciente exaltada, uma constrangida Dailane pede que a reportagem procure o secretário de Saúde, Rogério Santos.

Antes, porém, relata: “Até dezembro, a gente não tinha tantos problemas com o repasse do estado, mas de lá para cá ficou muito complicado. Medicamentos de hipertensão e diabetes, fitas para medição de glicemia capilar, então, que o estado deveria fornecer, a gente só tem porque compra com recursos próprios”.

Naquela manhã, o secretário  estava em Salinas da Margarida, a 43 quilômetros de Muniz Ferreira. Foi conversar com sua colega, Bárbara Badaró, justamente sobre problemas enfrentados pelas duas cidades e o quanto uma poderia ajudar a outra.

Na prefeitura de Salinas, Rogério desabafa. Diz que, atualmente, faltam nos seus estoques mais da metade dos medicamentos da atenção básica que são fornecidos pelo estado – uma lista de 94 itens, segundo a última resolução do Comitê Intergestores Bipartite (CIB), que regulamenta as relações entre estado e municípios.

“Toda vez que formulamos um pedido, criamos expectativa em atender uma determinada demanda. Saúde não é brincadeira, depende de planejamento. Mas a Cefarba (Central Farmacêutica do Estado) não manda, manda em atraso, em quantidade insuficiente, com lotes perto de vencer. Aí temos que pagar do nosso bolso para reduzir o impacto. Nas reuniões da CIB, todos os municípios baianos fazem as mesmas queixas”, conta.

Zero

Em Salinas, cidade banhada pelas águas da Baía de Todos os Santos, só apelando para eles. Segundo a secretária do município, a cidade não recebe um só comprimido do governo do estado desde 2013. Segundo Bárbara, a origem da exclusão de Salinas da lista da Cefarba veio de uma falha da antiga gestão.

“Não foram digitadas as notas de compra de medicamentos com a contrapartida de 25% do município no Sigaf (Sistema que Gerência à Assistência Farmacêutica) de 2010 e 2011. Ficamos bloqueados logo depois que assumimos. Mas nem nós e, sobretudo, nem a população têm culpa por isso, não podem ser penalizados por erros passados”, avalia. No momento, o município arca sozinho com a conta de cerca de R$ 50 mil mensais.

Apesar de não enviar uma pílula sequer ao município, mesmo recebendo o repasse feito pela União, o governo do estado inaugurou com pompa e festa, em 4 de janeiro, uma unidade do Programa Farmácia da Bahia no Hospital de Salinas. “Olha só que ironia! Ganhamos esse espaço, mas somos nós que arcamos com o custo para encher as prateleiras. Eles não ajudam a abastecer”, salienta.

Bárbara, no entanto, afirma que só nos últimos dois meses, ela conseguiu respirar. “Só temos esse estoque hoje porque conseguimos concluir a licitação. Mas até lá foi um sufoco para todo mundo, do médico, que quer manter um tratamento regular e não consegue, pela falta de medicamento, ao SUS, que por não cuidar da atenção básica vai acabar pagando muito mais caro depois”, avalia.

Médio porte

Preço alto, por exemplo, é o que paga atualmente o município de Nazaré, cidade histórica às margens da BA-001. Lá, além da falta de medicamentos nos cerca de dez postos de atenção básica do município, a população tem coisa mais grave para lidar: o fechamento do Hospital Gonçalves Martins, a reboque de outra grave crise, o das Santas Casas de Misericórdia em todo o país.

Em Valença, a maior e mais movimentada cidade do Baixo Sul, com quase 100 mil habitantes, a assistente administrativa da Central de Abastecimento Farmacêutico Silva Pires está mais animada. Desde outubro de 2013 sem o repasse de remédios do governo do estado, ela havia acabado de receber uma nova remessa.

“Ainda assim, não foram enviados vitamina A, Benzetacil, alguns medicamentos de hipertensão e diabetes, antibióticos. Anticoncepcional, o município acaba comprando, porque não vem ou vem em pouca quantidade”, afirma.

Diferenças Vizinhas

As cidades de  Valença, Cairu e Taperoá vivem situações distintas. Na primeira, a secretária de Saúde, Carla Maiara, tem o tamanho do déficit de medicamentos milimetricamente calculado.

Até julho deste ano, a Sesab devia ao município R$ 90.029, referente aos 50% da União, mais 25% do governo. Por outro lado, faltam só R$ 4.893 para que a prefeitura execute toda sua contrapartida no programa até 31 de dezembro, de um total de R$ 37 mil.

“Isso significa que somos nós que estamos bancando a conta que cabe ao governo. O que eles nos envia, ou não vem ou vem em quantidade menor”, diz. Da lista de 92 itens pedidos por Cairu em 30 de julho, a Cefarba só entregou 40. Mesmo assim, a central farmacêutica da cidade está cheia. ”O município não deixa faltar, porque as finanças são saneadas. Nós até emprestamos para Taperoá”, conta.

Em Taperoá, a equipe do CORREIO é hostilizada e barrada pelos coordenadores da Liga de Assistência Médica, a maior unidade da atenção básica da cidade. Na porta do posto, porém, dá para flagrar vários pacientes indo com receitas e voltando de mãos vazias.

Uma delas, Joseane Santos, 20 anos, lamenta apenas ter voltado sem as vitaminas e o anti-inflamatório receitados para sua filha de 3 anos. Ela já nem liga mais para o anticoncepcional injetável que tenta buscar há quatro meses.

Comunidade quilombola sofre com crise na atenção básica

Fora das zonas urbanas, a falência na distribuição de remédios se mistura ao cenário de abandono na rede de atenção básica. Na comunidade quilombola do Jatimane, a 22 quilômetros de Nilo Peçanha, os cerca de 400 moradores que sobrevivem do beneficiamento da piaçava enfrentam dificuldades de toda sorte no único posto de saúde do lugar.

No início de agosto, a unidade estava fechada. “É que só tem uma funcionária e ela teve que viajar. Mas é gente boa, faz o que pode, só não há muito o que fazer. Médico aqui é igual a trovoada. De vez em quando aparece. Remédio chega para uns tipos de doença, falta pra outros, é assim”, diz Alaíde Zilda Rosário, idosa que diz não lembrar quanto anos tem, mas recorda que já enfrentou “problemas de pressão e de açúcar alto”.

Mesmo que tivesse repasses de remédios regularizados, ficaria difícil mantê-los em condições adequadas. A unidade de saúde funciona de maneira improvisada em um antigo posto telefônico. O imóvel, um casebre de porta e janela, tem parte dele tomada por sujeira e restos de obras de ampliação que nunca terminaram.

O Jatimane é só uma das dores de cabeça da secretária de Saúde de Nilo Peçanha, Sony Lopes. “Os problemas de rapasses de medicamentos pelo governo são sérios. Existem desde que assumi, em 2013. Diabetes e hipertensão é onde a gente mais sofre. Sobretudo porque temos comunidades quilombolas onde é alta a incidência dessas duas doenças”, afirma.

Financiamento se tornou insuficiente, justifica Sesab

A crise que colocou na UTI o setor de distribuição de medicamentos para a atenção básica é de conhecimento da do governo do estado há pelo menos sete meses. É o que comprova um comunicado interno distribuído pela  Sesab em 24 de janeiro.

À época, o então coordenador de Ações Logísticas da Assistência Farmacêutica da Sesab, Lucas Duarte, citava atrasos no repasse dos recursos federais, problemas de fornecimento por parte de laboratórios e dificuldades orçamentárias antes de sugerir “a suspensão temporária do atendimento, por um prazo não inferior a 20 dias”.

Segundo o mesmo comunicado, a indicação era motivada também pelo “número elevado de faltas dos medicamentos (…) sob responsabilidade do estado”. Hoje diretor da Assistência Farmacêutica da secretaria, Duarte reconhece o agravamento da crise em 2014, mas atribui os problemas na distribuição de medicamentos a pacientes da  atenção básica à incapacidade

“Houve um aumento muito grande da demanda e do acesso na área de medicamentos, mas há também subfinanciamento. Hoje, você tem um elenco enorme de componentes que o município tem que ofertar. São 347, 94 deles de obrigação do estado, mas já não temos os mecanismos orçamentários, e também administrativos, para ofertar tudo que foi proposto”, justifica.

Segundo Duarte, o elenco de medicamentos do chamado Componente Básico da Assistência Farmacêutica, norma que determina o que deve ser distribuído gratuitamente pelo SUS, cresceu muito nos últimos anos, mas os valores para financiamento ficaram estagnados. Embora haja atrasos no repasse do Ministério da Saúde para a compra de remédios, Duarte diz que eles nunca ultrapassam 60 dias.

“O problema  é financeiro, mas não desse tipo. Veja só. Dos 94 itens (obrigatórios do estado), se for comprar  todos eles, isso vai ultrapassar os valores estabelecidos na portaria, referente à contrapartida obrigatória (dos governos e das prefeituras)”, explica.

Trocando em miúdos, Duarte alega que a necessidade de remédios se tornou maior do que a capacidade de oferta planejada pelo poder público. “Mas já estamos começando a regularizar os estoques para uma parte do elenco e também nos reunindo com os municípios para propor, conjuntamente, algumas soluções. Eles estão começando a entender que será preciso priorizar aquilo que é mais importante”, afirma.

 

 

Matéria Original: Correio 24h

Dunga divulgará a primeira lista de convocados amanhã, no Rio

Dunga divulgará a primeira lista de convocados amanhã, no Rio

Primeiro duelo da Seleção Brasileiro será no dia 5 de setembro, contra a Colômbia

Ver a reestreia de Dunga no comando técnico do Brasil vai custar entre R$ 127 e R$ 895. E a lista do convocados para o amistoso contra a Colômbia, dia 5 de setembro, no estádio Sun Life, em Miami, será divulgada amanhã, às 11h30, na sede da CBF, no Rio. Dia 9, a turnê pelos Estados Unidos acaba contra o Equador, no Metlife, em Nova Jérsei.

Será a primeira convocação desde a Copa, quando a Seleção saiu com a imagem despedaçada após sofrer 7×1 da Alemanha, na semifinal, fora os 3×0 da Holanda na disputa pelo 3º lugar. Em outubro, os rivais serão a Argentina e o Japão e, em novembro, a Turquia. Todos no exterior.

Na Espanha, onde acompanhou os jogos da seleção sub-20 no Torneio de Cotif, Dunga deu entrevista à TV da CBF e falou um pouco sobre esta segunda passagem dele à frente da amarelinha.

“A Seleção Brasileira é uma referência do futebol mundial. No futebol moderno nós temos que introduzir a qualidade técnica que é do brasileiro, a alegria, a fantasia, mas ser uma seleção também ganhadora”, disse o capitão do tetra em 1994. “É muita responsabilidade, muita pressão, mas um grande orgulho e satisfação. Fazer o melhor para a Seleção Brasileira, ver as pessoas sorriem, é a melhor resposta”.

Passado
Dunga privilegiou os atletas do exterior na sua primeira passagem, entre 2006 e 2010, quando convocou 85 jogadores ao todo. Na primeira lista de 22 nomes, chamou cinco que atuavam no Brasil e trouxe atletas de ligas sem grande mídia, como o goleiro Gomes e o zagueiro Alex, ambos então no holandês PSV; o volante Dudu Cearense, o meia Daniel Carvalho e o atacante Vágner Love, trio ex-CSKA, da Rússia; e o meia Elano, ex-Shakhtar Donetsk, da Ucrânia.

O técnico atendeu a desejo da CBF e também barrou os medalhões da época Cafu, Roberto Carlos e Ronaldo. Investiu em um grupo disciplinado e eficiente, embora nem sempre talentoso. Nesta missão, alguns erros ficaram marcados, como chamar o atacante Afonso Alves, que havia sido artilheiro do holandês.

Em 60 partidas, o Brasil ganhou 42, empatou 12 e perdeu seis. Conquistou o título da Copa América 2007 e das Confederações 2009.

 

 

Matéria Original: Correio 24h

Polícia destrói plantio de maconha em quintal de residência

Polícia destrói plantio de maconha em quintal de residência

Uma denuncia anônima resultou em uma ação da Polícia Civil de Jaguaquara resultou na apreensão de uma grande quantidade pés de maconha na noite desta última quarta-feira (13), na região conhecida como “Terra Brás” região do Entroncamento de Jaguaquara. Segundo a Polícia, a maconha foi encontrada no quintal de uma residência, sendo que o responsável pelo plantio não foi encontrado.

Dentro da casa, os agentes encontraram outra quantidade da droga, já pronta para embalagem, que também foi apreendida. A polícia está investigando o fato na tentativa de encontrar o responsável pelo plantio do erva entorpecente.

 

 

Matéria Original: Itambeagora.com.br

Ladrões invadem casa na Ilha de Itaparica e furtam piscina

Ladrões invadem casa na Ilha de Itaparica e furtam piscina

Dono da casa não costuma ir ao local com frequência

Ladrões cometeram um crime diferente nesta semana em uma casa na Ilha de Itaparica. Os criminosos invadiram uma casa e, fugindo dos padrões, furtaram uma piscina sintética com capacidade para armazenamento de 15 mil litros, deixando só o buraco nos fundos do imóvel. m entrevista ao portal UOL, o proprietário da casa, Diego Soares, que é agente de viagens e só frequenta o local a cada 15 dias, sempre aos finais de semana, revelou que foi informado do roubo por amigos. “No período em que estamos em Salvador, os vizinhos sempre estão alertas aos movimentos por lá (casa). Percebi que havia algo errado quando me informaram que o pessoal da obra esteve no imóvel durante três dias, mas que já estava tudo pronto. O pessoal da obra, a quem os meus amigos se referiam, na verdade eram os ladrões”, contou.

Diego então registrou a ocorrência na delegacia de Vera Cruz, mas a polícia o informou que não poderia prender ninguém, pois não havia provas e nem um flagrante. Segundo ele, outras medidas de segurança serão tomadas, como o aumento da altura dos muros e mais reforço nas grades e portões da residência. Além da piscina, os ladrões levaram uma bomba de água, uma escada de metal e outros acessórios.

 

Matéria Original: iBahia.com